Boardy
Sobre

Um sistema feito de perto

O Boardy não foi desenhado numa sala de reunião. Cada módulo nasceu de uma operação real — a fatura que não fechava, o técnico sem sinal, a leitura de medidor anotada num papel que sumiu.

Um sistema para três operações

Boardy é um sistema de gestão na nuvem construído em cima de três frentes: vender — o time comercial que vive de funil, proposta e meta; revender — quem compra, estoca e distribui; e alugar — quem coloca equipamento na rua e atende depois. Cada uma tem o seu plano, e todas correm sobre o mesmo faturamento, o mesmo financeiro e a mesma nota fiscal.

A diferença está no que costuma ficar de fora dos sistemas, em qualquer uma das três: a proposta que o cliente aceita pelo navegador e vira venda sem redigitação; o frete da compra rateado dentro do custo do item, e não numa despesa solta; o contrato que cobra pelo que a máquina produziu, com a franquia dividida entre três equipamentos; o técnico que fecha o chamado com o celular na rua e sinal fraco. E a nota fiscal saindo sempre da mesma fatura.

Painel do Boardy
Contratos de locação no Boardy

Quatro decisões que atravessam tudo

Não são valores de parede. São escolhas de engenharia que aparecem em cada tela.

O dado de cada empresa é dela

Cada empresa é um ambiente isolado — nada atravessa de uma para outra, em nenhuma tela e em nenhum relatório. E a caixa de e-mail lê no seu servidor sem copiar nada para o nosso banco.

Nada importante é gravado sozinho

A IA lê o relatório do equipamento, mas quem confirma a leitura é uma pessoa. O fechamento apura sozinho, mas faturar continua sendo um clique humano. Automatizamos o trabalho, não a decisão.

Onde vira dinheiro, vira prova

Aceite de proposta com IP, dispositivo e horário. Leitura de medidor com autor e histórico de exclusões. Memorial de medição congelado na fatura. É o que sustenta a conversa quando o cliente questiona.

Quem lança não precisa ser quem baixa

Sua empresa desenha os próprios cargos, e as permissões separam o que precisa ser separado: quem apura não é quem fatura, quem qualifica o lead não é quem valida, quem aprova a compra não é quem recebe.

Um módulo por vez, desde 2014

Nenhum destes módulos foi especificado numa reunião. Cada um entrou porque uma operação de verdade esbarrou no limite do anterior — e é por isso que eles se encaixam em vez de conviver.

2014

Começa pelo CRM

O primeiro módulo é o do comercial: a ficha do cliente, o lead com funil e a proposta que o cliente aceita por link. A escolha não foi acidental — é onde o dinheiro entra, e onde o retrabalho de digitar a mesma informação duas vezes começa.

1º sem 2015

Fiscal: a nota sai da fatura

NF-e e NFS-e emitidas de dentro do próprio faturamento, e não num programa à parte. Emitir nota redigitando o que já estava no sistema é o erro mais caro que existe, porque ele só aparece na conferência do contador.

2º sem 2015

PDV: o balcão entra

Frente de caixa em tela cheia, com cupom fiscal, sessão por operador, sangria e suprimento. Quem vende no balcão não pode depender de uma tela pensada para escritório.

2016

Cargo: quem transporta

CT-e, CT-e OS e MDF-e com encerramento de viagem, e a frota com os condutores. O documento de transporte tem regra própria e não cabe como apêndice da nota de venda.

2017

ERP: a operação inteira fecha a conta

Faturamento, contas a pagar e a receber, fluxo de caixa, estoque com custo médio, compras com frete rateado no custo e a DRE. É quando o sistema deixa de registrar a venda e passa a responder se ela deu lucro.

2018

Rental: o contrato que cobra pelo uso

Contrato de locação com franquia e excedente por medidor, franquia compartilhada em pool, apuração de ciclo e o parque de ativos com leitura auditada. É o módulo mais difícil do sistema, e o que nenhum ERP genérico faz — a receita não sai do calendário, sai de um número que a máquina produziu.

2020

O escritório deixa de ser um lugar

De uma hora para outra, faturar, emitir nota e consultar um contrato precisaram funcionar de casa, do carro e da obra. O sistema sai de dentro da empresa e passa a ser alcançável de qualquer lugar — a mudança que mais depressa deixou de ser diferencial e virou o mínimo.

2022–2023

NFS-e no Padrão Nacional

O serviço deixa de ter um emissor por prefeitura e passa a ter um padrão só. Acompanhar essa troca é trabalho que não aparece na tela de ninguém — e é exatamente o tipo de mudança que, se o sistema não absorve, cai no colo do cliente.

2023–2024

A Reforma Tributária entra no radar

A emenda é promulgada em dezembro de 2023 e o trabalho começa ali, anos antes de a obrigatoriedade chegar. Mexer em cadastro de produto com prazo em cima é como se perde uma apuração inteira.

2025

Tudo reescrito, do zero, na nuvem

Onze anos de regra de negócio migram para uma plataforma nova: cada empresa num ambiente isolado, acesso pelo navegador e sem instalação. O que foi reescrito foi o software — as regras que ele aplica vieram de uma década atendendo com elas.

2026

Os módulos voltam, e vêm os que faltavam

Caixa de e-mail dentro do CRM, assinatura eletrônica com certificado ICP-Brasil, o técnico concluindo o chamado pelo celular sem login, a extensão do WhatsApp, leitura do relatório do equipamento por IA e a gestão de pessoas.

set 2026

IBS e CBS na nota, valendo

Com a NT 2025.002, a NF-e e a NFC-e passam a carregar os grupos de IBS e CBS item a item. A classificação é do produto, não da nota: o bloco fiscal ganhou o cClassTrib ao lado do NCM, com os 164 códigos embarcados e pesquisáveis. Código errado não é recusado pela SEFAZ — ele é aceito e vira problema de apuração meses depois.

hoje

Uma matriz, não uma escada

Os planos deixaram de ser três degraus e viraram seis combinações, com seis módulos que se contratam avulsos. Você liga o que usa — e a ordem em que tudo isso foi construído é o motivo de dar para ligar um de cada vez.

Locação de equipamentos é onde vamos mais fundo

Qualquer sistema emite uma fatura. Poucos sabem apurar um ciclo com franquia compartilhada entre três máquinas, cobrar o excedente pelo preço de cada medidor e congelar o memorial na fatura para o cliente conferir linha por linha. O plano Rental faz isso — e ainda traz junto o CRM, o faturamento, o fiscal, a assinatura eletrônica e os chamados técnicos.

Ver o módulo de locação

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A gente responde dizendo onde o Boardy encaixa — e onde não encaixa.

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