O Boardy não foi desenhado numa sala de reunião. Cada módulo nasceu de uma operação real — a fatura que não fechava, o técnico sem sinal, a leitura de medidor anotada num papel que sumiu.
Boardy é um sistema de gestão na nuvem construído em cima de três frentes: vender — o time comercial que vive de funil, proposta e meta; revender — quem compra, estoca e distribui; e alugar — quem coloca equipamento na rua e atende depois. Cada uma tem o seu plano, e todas correm sobre o mesmo faturamento, o mesmo financeiro e a mesma nota fiscal.
A diferença está no que costuma ficar de fora dos sistemas, em qualquer uma das três: a proposta que o cliente aceita pelo navegador e vira venda sem redigitação; o frete da compra rateado dentro do custo do item, e não numa despesa solta; o contrato que cobra pelo que a máquina produziu, com a franquia dividida entre três equipamentos; o técnico que fecha o chamado com o celular na rua e sinal fraco. E a nota fiscal saindo sempre da mesma fatura.
Não são valores de parede. São escolhas de engenharia que aparecem em cada tela.
Cada empresa é um ambiente isolado — nada atravessa de uma para outra, em nenhuma tela e em nenhum relatório. E a caixa de e-mail lê no seu servidor sem copiar nada para o nosso banco.
A IA lê o relatório do equipamento, mas quem confirma a leitura é uma pessoa. O fechamento apura sozinho, mas faturar continua sendo um clique humano. Automatizamos o trabalho, não a decisão.
Aceite de proposta com IP, dispositivo e horário. Leitura de medidor com autor e histórico de exclusões. Memorial de medição congelado na fatura. É o que sustenta a conversa quando o cliente questiona.
Sua empresa desenha os próprios cargos, e as permissões separam o que precisa ser separado: quem apura não é quem fatura, quem qualifica o lead não é quem valida, quem aprova a compra não é quem recebe.
Nenhum destes módulos foi especificado numa reunião. Cada um entrou porque uma operação de verdade esbarrou no limite do anterior — e é por isso que eles se encaixam em vez de conviver.
O primeiro módulo é o do comercial: a ficha do cliente, o lead com funil e a proposta que o cliente aceita por link. A escolha não foi acidental — é onde o dinheiro entra, e onde o retrabalho de digitar a mesma informação duas vezes começa.
NF-e e NFS-e emitidas de dentro do próprio faturamento, e não num programa à parte. Emitir nota redigitando o que já estava no sistema é o erro mais caro que existe, porque ele só aparece na conferência do contador.
Frente de caixa em tela cheia, com cupom fiscal, sessão por operador, sangria e suprimento. Quem vende no balcão não pode depender de uma tela pensada para escritório.
CT-e, CT-e OS e MDF-e com encerramento de viagem, e a frota com os condutores. O documento de transporte tem regra própria e não cabe como apêndice da nota de venda.
Faturamento, contas a pagar e a receber, fluxo de caixa, estoque com custo médio, compras com frete rateado no custo e a DRE. É quando o sistema deixa de registrar a venda e passa a responder se ela deu lucro.
Contrato de locação com franquia e excedente por medidor, franquia compartilhada em pool, apuração de ciclo e o parque de ativos com leitura auditada. É o módulo mais difícil do sistema, e o que nenhum ERP genérico faz — a receita não sai do calendário, sai de um número que a máquina produziu.
De uma hora para outra, faturar, emitir nota e consultar um contrato precisaram funcionar de casa, do carro e da obra. O sistema sai de dentro da empresa e passa a ser alcançável de qualquer lugar — a mudança que mais depressa deixou de ser diferencial e virou o mínimo.
O serviço deixa de ter um emissor por prefeitura e passa a ter um padrão só. Acompanhar essa troca é trabalho que não aparece na tela de ninguém — e é exatamente o tipo de mudança que, se o sistema não absorve, cai no colo do cliente.
A emenda é promulgada em dezembro de 2023 e o trabalho começa ali, anos antes de a obrigatoriedade chegar. Mexer em cadastro de produto com prazo em cima é como se perde uma apuração inteira.
Onze anos de regra de negócio migram para uma plataforma nova: cada empresa num ambiente isolado, acesso pelo navegador e sem instalação. O que foi reescrito foi o software — as regras que ele aplica vieram de uma década atendendo com elas.
Caixa de e-mail dentro do CRM, assinatura eletrônica com certificado ICP-Brasil, o técnico concluindo o chamado pelo celular sem login, a extensão do WhatsApp, leitura do relatório do equipamento por IA e a gestão de pessoas.
Com a NT 2025.002, a NF-e e a NFC-e passam a carregar os grupos de IBS e CBS item a item. A classificação é do produto, não da nota: o bloco fiscal ganhou o cClassTrib ao lado do NCM, com os 164 códigos embarcados e pesquisáveis. Código errado não é recusado pela SEFAZ — ele é aceito e vira problema de apuração meses depois.
Os planos deixaram de ser três degraus e viraram seis combinações, com seis módulos que se contratam avulsos. Você liga o que usa — e a ordem em que tudo isso foi construído é o motivo de dar para ligar um de cada vez.
Qualquer sistema emite uma fatura. Poucos sabem apurar um ciclo com franquia compartilhada entre três máquinas, cobrar o excedente pelo preço de cada medidor e congelar o memorial na fatura para o cliente conferir linha por linha. O plano Rental faz isso — e ainda traz junto o CRM, o faturamento, o fiscal, a assinatura eletrônica e os chamados técnicos.
Ver o módulo de locaçãoA gente responde dizendo onde o Boardy encaixa — e onde não encaixa.
Leva vinte segundos, e a conversa começa com o contexto certo — em vez de recomeçar do "olá, tudo bem?".